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15/12/2018

15/12 – Usina da Música | Encontro: Adeildo Vieira e banda Fôrra

Adeildo Vieira participou de um grupo chamado Mama Jazz. Também foi uma criação de Pedro Osmar, junto com o artista africano Guilherme Semmedo. E participou do seu CD “Diário de Bordo”, é de Guiné Bissau. Do grupo participaram, entre outros, Gláucia Lima, Guilherme Semmedo, Euclides Aguiar e Jorge Negão.

Em 1996, ele montou junto com Milton Dornellas, Marcos Fonseca, Wander Farias, Archidy Filho, o espetáculo Violação. O nome é porque só tinha cordas. Era violão, violão, violão. Violação também porque violava certos conceitos. Setenta por cento do grupo compunham.  Adeildo diz “Fazíamos vocais e violões”. Nesta época segundo o artista chegaram a fazer cinco ou seis shows, inclusive em Cajazeiras, no extremo oeste da Paraíba.

Prêmios: Primeiro lugar no Festival da Universidade da Paraíba (1997), com a música “Manus Manus”; Terceiro lugar no Festival do SESC (1998), com a música “Cara de Santo”; Troféu Imprensa (2000), com o disco “Diário de Bordo”; Primeiro lugar no Festival do CEFET/PB (2004), com a música “Cais”;

Estilo Musical: Música Popular Brasileira (MPB)

Banda Fôrra é formada pelos músicos Guga Limeira, nos vocais, Ernani Sá e Hugo Limeira, nas guitarras, Matteo Ciacchi, no baixo e Lucas Benjamin, na bateria. A Banda-Fôrra surgiu em 2014 e buscou inspirações na história do Brasil para compor o nome. Banda-forra era como se chamavam as pessoas filhas de mãe escrava e pai branco. As referências variam de bandas como Tame Impala, Homeshake, Mac Demarco, passando pelos clássicos Clube da Esquina, Caetano Veloso, Milton Nascimento e até mesmo artistas locais como caso da banda pernambucana Tagore e os paraibanos do Musiclube, que entre os nomes estão Chico César, Totonho, Adeildo Vieira, entre outros.

O show acontece na sala Vladimir Carvalho dentro da programação do Natal na Usina.