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19/12/2017

19/12 – Projeto Violadas com Los dos de La Mancha e Duo CantaMar

Los Dos de La Mancha

O grupo formado por Mihaela Cláudia e Bruno Marinheiro tem esse nome em homenagem ao utópico Dom Quixote e seu escudeiro Sancho Pança, que viviam no embate entre perseguir seus ideais e os seus entrechoques com a realidade das coisas. A ideia do duo é transitar entre a música de concerto e a música popular, buscando explorar as possibilidades de seus instrumentos, tanto em termos de técnicas, sonoridades, para, através do seu repertório, estabelecer uma comunicação rica e ao mesmo tempo acessível com o público.

Duo CantaMar

O duo surgiu de trocas de ideias sobre músicas autorais entre Arlan Cantalice e Bruno Marinheiro, que ao perceberem a afinidade de suas criações e as possibilidades que se insinuavam, começaram a trabalhar conjuntamente na composição, arranjo e interpretação de suas canções. Seu trabalho não possui uma identidade facilmente rotulável, mas é uma fusão de tudo que costuma ouvir, como por exemplo música clássica, jazz, choro, samba, forró, etc.

Bruno Marinheiro é graduado e mestre em música pelo DeMús/UFPB, violonista que também toca outros instrumentos da família do violão, foi professor substituto do Departamento de Música da UFPB em 2008 e é um dos criadores da PaVio, bem como o idealizador e principal realizador do projeto Violadas, em atividade desde 2010.

Ao longo de suas vivências musicais, especialmente com a Camerata Filipeia, entre os anos de 2012 a 2015, desenvolveu o hábito de arranjar músicas e de compor, tanto músicas instrumentais como canções.

A violinista Mihaella Claudia, 17 anos, é natural da Espanha, filha de pai Romeno e mão Brasileira. Após vir ao Brasil e conhecer o pôr-do-sol na praia do Jacaré, decidiu aprender a tocar violino. Participou da Orquestra Infantil do Estado da Paraíba entre 2012 e 2014 e participa da Orquestra Sinfônica Jovem da Paraíba desde 2015. Sua formação foi cumprida na Escola de Música Anthenor Navarro, entre 2010 e 2016. Atualmente é orientada pela professora Renata Simões

Natural de João Pessoa, Arlan Cantalice desde cedo despertou interesse pela música ao ouvir seu avô, o violonista Ronaldo Cantalice, acompanhar choros e valsas no Conjunto Melódico Ariosvaldo Espínola no qual era um dos integrantes. Aos 14 anos teve um real contato com o violão iniciando aulas com o professor Francisco Chagas, sempre se dedicando a um repertório exclusivamente brasileiro, cançoes da Bossa Nova, MPB , Samba, etc. Na procura de aprimorar suas técnicas passou a ter aulas com o professor Conan Mendes e em seguida através do projeto de extensão da UFPB com Erick Pronk.