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03/03/2017

O Projeto Oito em Ponto traz Khrystal nesta sexta (03), na Usina Cultural Energisa

Projeto Oito em Ponto traz Khrystal nesta sexta(03), na Usina Cultural Energisa
Nesta primeira edição do ano, traremos o show ‘Não deixe pra amanhã’, o mais recente trabalho da cantora potiguar, com participação especial de Sandra Belê e Nathalia Bellar, e ainda, show de abertura de Wister

Buscando sempre a valorização das mais diversas expressões artísticas e o intercâmbio entre os artistas paraibanos e nacionais, o Projeto Oito em Ponto traz mais surpresas em sua nova temporada. Na sua primeira edição do ano, apresentamos o show ‘Não deixe pra amanhã’, da cantora potiguar Khrystal, com participações especiais de Sandra Belê e Nathalia Bellar, e ainda, show de abertura de Wister, nesta próxima sexta, dia 03/03, a partir das 20h, na Sala Vladimir Carvalho, na Usina Cultural Energisa, João Pessoa. Os ingressos antecipados estão sendo vendidos através do site Sympla ao preço de R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).

Com a proposta de celebrar a vida, Khrystal – uma das artistas de mais força e representatividade nordestina, que busca enaltecer as características dessa região em toda sua arte e música– traz para capital paraibana o seu mais recente trabalho, “Não deixe pra amanhã o que pode deixar pra lá” que já recebe toda atenção do público e da crítica especializada e, a pedido dos amantes da boa música em nossa cidade, retorna a João Pessoa.
Essa turnê já passou por Fortaleza, Caruaru, Recife, Olinda, Mossoró e São Paulo, estando programada ainda para ancorar em Fernando de Noronha, Pipa eo interior da Paraíba (Sousa, Cajazeiras e Campina Grande. Khrystal vem acompanhada dos músicos Paulo de Oliveira (Baixos e programações), Stallone Terto (Guitarras) e Darlan Marley (Bateria), apresentando ao público músicas que falam de pertencimento, resistência, tradição, festa e fé, numa mistura que retrata uma Khrystal mais festiva, porém não menos questionadora. Esse seu terceiro disco e seu segundo autoral, amplia o seu horizonte musical, reiterando uma linguagem madura, provocativa e leve em meio aos desafios inerentes da vida.
O título do álbum vem do refrão da canção que amarra a ideia do mesmo, que é, em suma, a de ser leve e otimista perante a vida se mantendo vigilante e reativo diante dos incômodos. O repertório inaugura parcerias com Thais Gullin, Tatiana Cobbett, Paulo de Oliveira e Jubileu Filho e conta ainda com as participações de Roberto Taufic, nos violões, Gilberto Cabral, Antônio de Pádua e Eugênio Graça, nos metais, Eduardo Taufic, nos pianos, Lucy Alves, na sanfona, e do histórico Quinteto da Paraíba. Esse trabalho já recebe o apoio do público e da crítica especialidade, além das bênçãos do cantor, compositor e artista brasileiro Alceu Valença, que afirma: “Khrystal é cristalina, transparente, brilhante. Nasceu com o dom da arte: atriz, cantora e se revela uma excelente compositora. Seu disco reflete a multiplicidade da artista. Suas letras são poemas com sonoridades, aliterações e profundidade. Khrystal vive os três tempos: o passado, o presente e o futuro projetado. Khrystal é coco, embolada, forró, ciranda, samba. Khrystal é universal!”.

Khrystal

Multiartista que define a sua carreira musical, de mais de uma década, como sendo “um eterno cangaço”, é natural de Natal (RN), e aprendeu em casa, com seu pai, o Sr. Cícero Saraiva, a gostar de música. Seu nome – KhrystalGleyde Saraiva – veio de uma homenagem a uma bailarina francesa, e mesmo sem ter a confirmação da existência dessa dançarina, Khrystal nasceu mesmo com alma de artista. Aos 17 anos, já cantava em bares da “Cidade do Sol”. Em 2004, começou uma pesquisa para um trabalho que resultou no show O coco do Brasil. Desse show, foram extraídas as seis faixas da sua primeira demo – Meia Dúzia ou Seis (2005) que tornou-se um possível disco de carreira. Em 2006, juntou-se a quatro cantores/compositores – Luiz Gadelha, SimonaTalma, Ângela Castro e Valéria Oliveira – formando o Projeto Retrovisor, que tinha como finalidade incentivar a produção autoral entre eles e apresentá-la ao público. Em 2007, o CD Pra que serve a música foi o resultado dessa produção que passou por diversos pontos culturais de Natal e chegou até Mossoró, Fortaleza e Ribeirão Preto.
Ainda nesse ano, Khrystal lançou seu primeiro CD chamado Coisa de Preto, sendo este uma declaração de amor à raiz e à antena da música brasileira, onde vendeu mais de 10 mil cópias e a levou a 17 capitais e mais de cem cidades brasileiras, incluindo Rio de Janeiro e São Paulo, além de quatro shows em Lisboa, Portugal. Em 2008, experimentou as artes cênicas, atuando no filme Luneta do Tempo, no qual foi convidada pelo cantor Alceu Valença e pelo diretor Walter Carvalho. Em 2010, estreou o show experimental O Trem – com foco nas canções autorais – e que foi exibido em vários pontos de Natal e numa mini turnê que incluiu Fortaleza, Maceió e Rio de Janeiro. Foi desse show que saiu o repertório do segundo disco de sua carreira, Dois Tempos, que mostrou em maior amplitude sua face compositora, amadurecida ao longo do tempo, e com ele a potiguar levou os Prêmios Hangar de Melhor Intérprete e Artista do ano de 2012, e em 2013 o prêmio de Intérprete do ano, e agora, em 2016, Khrystal lança ‘Não deixe pra amanhã o que pode deixar pra lá’, mostrando ao seu público fiel um trabalho maduro e singular.

Esse evento é uma realização da empresa paraibana Anne Fernandes Comunicação e Produções Culturais.