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08/09/2018

08/09 – Usina da Música com Tamires Amaral no show ‘O avesso da bossa’

Antes mesmo de se enxergar enquanto intérprete musical, subia aos palcos por conta de outro ofício: a atuação. Comecei a trabalhar profissionalmente como atriz em 2007, dentro da Cia de Teatro Argonautas, de João Pessoa, comandada por Toni Silva, onde fiquei até 2011. Este ano, me formo em Artes Cênicas pela UFPB.
Desde a experiência com a Argonautas, já demonstrava interesse na mescla entre música e encenação, pois sempre cantava nos musicais infantis que a companhia produzia. Já na graduação, comecei a estudar o conceito de antropofagia atrelada à performance que pretendo aprofundar e botar em prática em uma possível criação de algum futuro show.
Desde 2014, canto profissionalmente, mas busco a todo momento preservar esse cruzamento de linguagens artísticas em minhas apresentações.
Meu maior trabalho com relação ao fazer artístico é, de fato, ser artista. Não separar minhas experiências, é tentar trazer Tamires atriz, cantora, intérprete, pesquisadora e compositora para dentro de um espetáculo que também é o show. Lógico, isso é uma eterna descoberta, uma busca constante e eu persisto todos os dias nela, na tentativa de cada dia chegar um próximo perto do que imagino como artista.
Comecei cantando cover de artistas conceituados em bar, depois montei um show em homenagem ao movimento Tropicália, porém, após um tempo parada (período da gravidez e primeiro ano da minha filha) fui desenvolvendo a habilidade como letrista, compositora.
E atualmente, apresentei um show intitulado de “Verdades que não contei” que é um show mais intimista e trago no repertório uma variedade de canções com as quais eu tenho conexão especial. Neste show as pessoas puderam conhecer mais da minha alma como artista, sobre aquilo que realmente acredito, além de conhecer meu trabalho como compositora, mas também o trabalho de compositores da minha terra.

O show acontece no Café da Usina, ‘O avesso da bossa’.